segunda-feira, 29 de setembro de 2008

(repostagem)G8 +5 2007

A última reunião do G8 (EUA, Canadá, Inglaterra, França, Itália, Alemanha, Japão e Rússia) deixou rastros de algumas coisas a serem ponderadas, vamos a elas: O primeiro ponto é que a própria mídia não sabe se chama de G8 ou G7 mais Rússia. Outro ponto é o fato dos 5 países convidados (Brasil, México,
África do Sul, China e Índia). Esses 5 países foram chamados por serem os “em desenvolvimento” de maior magnitude, aos olhos do G8.

Fica o rastro de que o G8 já não representa o poder concentrado do mundo como no século passado. A Rússia (que é G8 pelo que era no século XX) por exemplo, tem uma economia bem menor que a China que não é oficialmente do G8. Também não faz parte do grupo nenhum país mulçumano, nem os aliados (Omã, EAU, Arábia Saudita) que já recebem a fórmula 1.

Acredito que na tentativa de manter o poder centrado, sob a égide do mesmo grupo de países, chamam-se novos países parceiros com potencial de desenvolvimento para que caso cresçam, sejam aliados ao G8. mas fazer o G8 crescer significa multiplicar o poder, de modo que cria uma equação complicada, para manter o poder, terão que repartir o poder. Mas claro, isso só com países que tenham algo a oferecer e que seja no menor número possível.

Repercutiram por aqui o caso da Rússia com os EUA e os chamados
movimentos “anti-globalização” (próximo post).
A Rússia reclama da construção de um sistema ant mísseis na Europa Oriental com apoio de antigas repúblicas russas. O ponto central aí são dois, o fato da Rússia perder seu poder político na região e o outro é que a Rússia quer ser reconhecida como potência (hoje, calcada no petróleo) e deixar de ser vista como ex país comunista derrotada.


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