domingo, 27 de julho de 2008

GLOBALIZAÇÃO 1

Nessa última rodada de DOHA, as manchetes colocam que os EUA e CE reclamaram do Brasil e da Índia. A alegação é que os “em eterno desenvolvimento” (ex terceiro mundo, ex do Sul, ex subdesenvolvidos) querem abrir as barreiras agrícolas dos EUA e da CE e são irredutíveis em abrirem as suas barreiras industriais.
BBC BRASIL
Do governo, tradução dos maiores jornais do mundo, sobre o referido tema.
O Globo.


De todo modo, o assunto está ligado diretamente a discussão sobre barreiras alfandegárias e protecionismo.


Com a cada vez mais inacreditável velocidade do mundo, as mercadorias conseguem atravessar continente em poucas horas. A empresa que tiver condições ideais de produção (china por exemplo, ou o Brasil com a agricultura) poderá vender suas mercadorias e suas vantagens em qualquer parte do mundo, por um preço módico.


Nesse sentido, os países se sentem obrigados a proteger os fabricantes de seu país, para que a economia interna continue ou se torne próspera.


São dois mecanismos básicos de proteção á produção interna. Ou cobra-se impostos significativos dos produtos importados, ou financia-se parte o custo da produção interna.
É comum que o limite da proteção esbarre na diplomacia, já que cada um vai dizer que a barreira do outro é exagerada e a dele é razoável.


E seguem as negociações, sempre.
Porque depois de resolver esse problema, a fila anda!

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