sábado, 5 de julho de 2008

PIRATARIA 2 (repostagem)

Nosso ministro da cultura esta bem por dentro das questões sobre pirataria tecnológica (lembre que também copiam óculos, roupas e outras couves materiais) e questões relacionadas a inclusão digital. Segundo ele, à Folha de São Paulo, “o paradoxo entre o mercado [cultural] e o acesso [do público aos produtos]" e evidencia o fato de que "a realidade relativiza o tempo todo a questão da propriedade intelectual".
Defendeu a revisão "da lei [sobre propriedade intelectual] no país e das relações entre a indústria e o público", após "novas e amplas reflexões a respeito do problema", que envolve "a pirataria, a flexibilidade da propriedade intelectual e o interesse público".

Gil disse que "seria irresponsabilidade intelectual e política" de sua parte não ver que a pirataria de "Tropa de Elite" (filme carioca que chegou antes nas ruas do que no cinema), em particular, e essa prática, em geral, representa "uma equação de muitos termos".
"Esse filme não poderia ter sido pirateado como foi, com impactos tão graves em sua economia, se não fosse a possibilidade tecnológica. Isso entra na equação", afirmou.
Aqui a matéria inteira na Folha e aqui no ministério da cultura.
Aqui para Piratas do Tietê, do Laerte.

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