sexta-feira, 8 de agosto de 2008

F1, JORNALISMO E COMUNICAÇÃO


Como você já deve saber, o último circuito de F1 dessa temporada é no Brasil e mais uma vez, não há campeão garantido. Disputam o título o novo queridinho da mídia, Hamilton, O que a mídia detesta (menos a espanhola), Alonso e o homem que não ri, Haikkonen.
Mas o papo aqui não é F1, e sim como o jornal Marca (espanhol) usa e abusa de novos recursos comunicativos em seu site. O que seria um texto enorme e enfadonho sobre as chances de cada um, virou uma animação simples direta, facilitando a explicação e a assimilação do visitante do site. Aqui, outra animação de uma suposta barbeiragem do queridinho Hamilton no Japão.
Então quer dizer que os jornais não mais terão jornalistas? Só designers ou programadores?
Não, claro que não. Jornalistas do baixo clero, coletarão a matéria e a dirão ao programador, também podemos supor que as animações serão feitas exclusivamente para momentos complexos da noticia. Jornalistas de médio ou alto clero determinarão as pautas e escreverão os editoriais, como já fazem.
Mas a questão é como as interfaces de várias e várias profissões não podem mais viver umas sem as outras.
Jornalista sem web não existe, desingner sem informação não existe e é nessa linha que você se encaixará no mercado.
A pureza das profissões esta ruindo, eu acho bom, e você?

2 comentários:

thiagokoutzii@hotmail.com disse...

já a máfia curintiana, nem os mafiosososabem o que aconteceu, o que dirá um jornalista?
a zona é tamanha que nem o que é pilantra sabe da pilantagem do vizinho e do outro e do outro...´lá é cada um por si...

khalila disse...

Certo tempo, os comunicadores já nasciam assim...com informações correndo nas veias.
Escrupulosos, recalcitrantes...
O mundo os formava jornalistas, escritores.
Hoje as instituições de ensino "jogam" no mercado e na nossa cara essas boas peças raras.
Estudam durante, praticamente, 4 anos pra serem "Repórter Por Um Dia" no Fantástico...
Assim não pode! Assim não dá!