quarta-feira, 28 de novembro de 2007

2a?

NUNCA GOSTEI DELE, AS VEZES POR MARCAR UNS GOLAÇOS CONTRA O MAIOR DE TODOS E DEPOIS POR SE MOSTAR MAL CARÁTER, MAS DEPOIS DESSA ENTREVISTA, DESGOSTO MENOS DO MARCELINHO CARIOCA!

A reportagem do Lance! procurou alguns dos jogadores de 2000 para eles falarem sobre a conquista do Mundial de Clubes e analisarem o atual momento do Corinthians.

Marcelinho foi o terceiro, depois de Luizão e Ricardinho. Recordista de títulos pelo clube e um dos maiores ídolos da história corintiana, no entanto, Marcelinho surpreendeu na primeira resposta.

– Com sinceridade, os títulos paulista e da Copa do Brasil, em 1995, foram mais importantes. Porque o Corinthians não era campeão paulista havia sete anos e a Copa do Brasil nunca tinha sido conquistada por um time paulista. Nós quebramos os dois tabus – disparou o meia.

– O quê? Como assim, Marcelo?

– O Mundial tem toda essa briga de que não valeu porque o Corinthians não ganhou a Libertadores. A Globo também não cobriu (foi transmitido pela TV Bandeirantes)... Foi legal, merecemos ganhar o Mundial porque jogamos mais do que o Real Madrid e o Vasco, mas não tivemos o trajeto que o Flamengo, o Grêmio, o São Paulo e outros tiveram. Por isso acho que não é a mesma coisa.

– Ih, acho que você vai derrubar nossa pauta...

– Estou sendo sincero contigo.

– Mas foi o primeiro Mundial de Clubes organizado pela Fifa...

– Tudo bem, mas para o jogador tem de ter o trajeto da Libertadores. Não desmerecendo o título, mas acho que não valeu como Mundial.

– E o jogo desta quarta-feira contra o Vasco? Tem de ser encarado como uma decisão de Mundial?

– Também acho que não tem nada a ver isso aí. Olha a diferença dos jogadores! O Vasco era piada! Tinha Romário, Edmundo, Juninho Pernambucano... O Corinthians nem se fala. Hoje, o Corinthians não está disputando nada e o Vasco está tentando uma vaga na Sul-Americana. Não tem sentido essa comparação!

– Por que você acha que o Corinthians caiu tanto de 2000 para cá? De campeão do mundo, embora você diga que não tem esse peso, a um dos candidatos ao rebaixamento?

– Porque não se planejou como se planejava antes. Depois, vieram as coisas obscuras, colocaram interesses pessoais à frente da instituição e deu no que deu. O que aconteceu em 2005, por exemplo... O verdadeiro campeão é o Internacional. Quando começa errado, termina errado.

– Sério!?!?

– Estou sendo sincero.

– Obrigado, Marcelo.

– De nada. Abraço.

E assim terminou a curta entrevista com Marcelinho.

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

COLUNA DO ÁLVARO

DA FOLHA DE SP

Escuta aqui
>>Alváro Pereira Júnior

cby2k@uol.com.br

A TV moderna está na internet

VOU TE contar que a TV mais inovadora sendo feita hoje no mundo (pelo menos que eu conheça) você encontra -é claro- na internet.
É a VBS TV (www.vbs.tv), obra do mesmo povo que edita a revista "Vice", sobre a qual já escrevi muito aqui. Fazia tempo que eu não conferia a "Vice" e portanto nem sabia que eles tinham uma TV. Uma série de reportagens na imprensa americana sobre a VBS me tirou do atraso.
Na VBS, a "modernidade" não está nos efeitos, nas câmeras nervosas, naquela edição clipada que a MTV americana, nos anos 80/90, instaurou como o formato padrão quando se pensa em TV "moderna".
A VBS é uma TV da era da internet, essa era em que se busca uma linguagem mais espontânea e na qual o foco está muito mais no conteúdo do que nos truques ou maneirismos de edição.
Num momento, os repórteres da VBS podem estar numa bocada sinistra em Kingston, Jamaica, para mostrar festas gigantescas de dancehall. Em outro, em um acampamento casca-grossa do Hezbollah, no Líbano. Podem estar assistindo a um discurso do líder desse mesmo Hezbollah na periferia de Beirute. Podem surgir trocando idéias com iraquianos comuns, em bairros de Bagdá onde o chumbo come solto. Ou ainda metidos em encrenca em um perdido vilarejo sudanês.
Nos repórteres, nenhuma roupa especial, nada de pente ou maquiagem. Se estão suados, é assim que aparecem no vídeo. Se estão de ressaca, idem. Mas não só de noticiário internacional barra-pesada vive a VBS.
Que tal uma entrevista de meia hora com Kevin Shields, líder do My Bloody Valentine? E que tal o entrevistador ser o dandy rocker Ian Svenonius, que os indies mais radicais devem conhecer como cantor do Nation of Ulysses e do Make-Up? E ainda videoclipes -vamos chamar assim- de uma banda muçulmana de surf music em Níger, oeste da África? Não perca mais tempo: vbs.tv.

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CD PLAYER
PLAY: "Sublime Frequencies", VBS TV
Foi nesse programa que apareceu a surf music do Níger. De psicodelia da Ilha de Páscoa aos funks proibidões do Rio, eles têm de tudo.

PLAY: heavymetalinbaghdad.com
Nesse site -e num filme associado a ele- você acompanha a triste saga do Acrassicauda, a única banda de metal do Iraque (conheci na VBS).

EJECT: Vídeos da VBS engasgados
Se você não tiver uma conexão de banda larga bem larga, vai ser complicado assistir à melhor TV da internet.

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Yip yips conhecem o telefone

Vou publilcar o texto completo, escrito por DAN no blog http://thecurtoegrosso.blogspot.com/ não sobre mais nada a dizer, além de ver oo yips....
Mais um vídeo da série "recordar é viver". Eu queria saber quando os programas infantis deixaram de ser assim para se transformarem nas coisas que nós temos hoje. Os Teletubbies, por exemplo. Porque eles passam metade do programa dizendo oi? Para quem eles estão dando oi? Talvez eles estejam presos em uma bad trip de ácido e dizer oi seja a forma deles pedirem socorro. Isso explicaria a cabeça de bebê gigante no céu que diz quando eles devem dormir ou acordar.

Sempre achei que os Teletubbies seriam muito mais interessantes para as crianças pequenas se o roxo tivesse uma motosserra ao invés da bolsa. Eles também poderiam trocar aqueles passarinhos por pit-bulls raivosos, com a boca espumando e tudo.

O programa iria ficar um pouco mais dinâmico.
postado por DAN, no http://thecurtoegrosso.blogspot.com/

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Bad Day at the office! (COMPILATION VIDEO)

Não sei se é real, mas agradeço todos os dias por não trabalhar em escritórios!

DESCULPEM A FALTA DE ATUALIZAÇÃO!
NA TERÇA DE TARDE, AS COUVES VOLTAM AO NORMAL!
ABÇS

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

COLUNA DO ÁLVARO 3

DA FOLHA DE SP

Escuta aqui

>>Álvaro Pereira Júnior - cby2k@uol.com.br
LCD x Rapture: comparação cruel

AS CANÇÕES têm progressão, têm dinâmica. Têm, desculpe o nome feio, arranjos elaborados. As letras são ácidas. As referências musicais vêm de uma mente enciclopédica. E a banda domina completamente o palco.
Estou falando do show genial do LCD Soundsystem, semana passada em São Paulo. Em termos de rock and roll, de música pop, difícil imaginar algo mais completo, difícil pedir mais. Há muito, muito tempo (PJ Harvey em San Francisco em 2001? Arcade Fire em Los Angeles em 2004?) não via um show tão denso e coeso, sustentado com um mínimo de artifícios cenográficos.
Chega a ser um crime imaginar que dá para colocar LCD e uma banda como o Rapture sob um mesmo rótulo, disco punk. É como comparar a sonda da Nasa New Horizons, em rota para Plutão, com um aeromodelo a pilha para uso infantil.
Há alguns meses, Jeff Tweedy, líder do Wilco, fez um desabafo na revista inglesa "Uncut". Ele dizia achar impossível que "críticos de música de 50 anos" gostassem de verdade de uma coisa como Babyshambles, a banda de Pete Doherty, ex-Libertines. Para Tweedy, era tudo fingimento.
Expondo uma tese que, modestamente, também já defendi aqui, Tweedy afirmou: "Como alguém pode fingir gostar daquilo? Cacete, é sério? Não tem como. Não dá -é preciso ser jovem. Para entrar nessa, tem de ter a idade [dos caras da banda], porque com o tempo você aprende a avaliar melhor".
Foi por isso que mencionei o Rapture. Por mais que o show deles seja energético e a banda tenha melhorado muito no palco (perdi no Planeta Terra, mas vi há alguns meses em Los Angeles), musicalmente é tudo muito frágil. Com 30 segundos de canção, você percebe que quem escreveu aquilo já não sabia para onde ir.
Com o tempo, a gente tem de passar a exigir mais: exigir música, exigir uma banda como o LCD Soundsystem.

CD PLAYER

PLAY: LCD Soundsystem ao vivo
Se você perdeu em SP e tem alguma condição de viajar para fora, recomendo a sério que veja o LCD em algum ponto do planeta.


PLAY: Jeff Tweedy x Allan Jones
O tiozinho da "Uncut" foi para o pau com o líder do Wilco. Só descobri agora: http://www.uncut.co.uk/blog/index.php?


EJECT: Falta de clubes médios em SP
LCD é banda para umas mil pessoas em qualquer lugar do mundo. Em SP, teve de tocar num lugar enorme e vazio.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

VOTAÇÃO

O conselho editorial do blog, em longas horas de reunião, achou que a mudança repentina de logo tipo poderia ter sido feita de outra forma, através da escolha dos leitores!
O primeiro e mais antigo é o logo do Zé, esse aqui abaixo!

Esse aqui de baixo, é o logo novo, feito pelo Danilo!


Nos cometários escreva Zé ou Danilo!

ANÁLISE DAS ANÁLISES


Respondendo as análises de parte dos estudantes sobre o andamento/desempenho realizado por nós no cursinho e terceiro colegial do Contato e segundo ano do Atual, em negrito está a análise e abaixo segue comentário!
Só fiz menção as críticas negativas, que podem nos levar a realização de trabalhos cada vez mais eficientes.
Agradeço todos os comentários, as críticas e os elogios.
Valeu!

1- CRÍTICA: Acho o seguinte...O sotaque do professor Thiago faz com que ele perca o tom de "moral", não falando que o sotaque é feio, e sim dizendo que as pessoas de Recife não estão acostumadas com o sotaque do Sul-Sudeste do Brasil.
COMETÁRIO: agradeço o comentário, mas isso é uma coisa que não posso forçar, não posso fazer de conta de que sou outra coisa. O pernambuquês será assimilado ao longo dos anos, mas realmente não me preocupo com sotaques, nem aqui e nem quando estava na terra de origem.

2- CRÍTICA: negativamente falando, axei ruim os assuntos do aprofundamento se xocarem com os assuntos das aulas normais.
COMENTÁRIO: Isso foi intencional, mas bom saber que teve quem não gostasse, apesar de que no aprofunda o assunto era mais intenso, com números dados e etc...

3- CRÍTICA: como por exemplo o fato de toda semana o pessoal perder uma aula inteira - não que não seja importante e útil pro vestibular e não que não tenha a ver com geografia - debatendo acontecimentos, política, papa, etc. acho, sim que é importante a troca dessas informações principalmente pra a matéria que você ensina, porém convenhamos.. atrapalhou. pois o conteúdo ficou atrasado.
COMETÁRIO: Ok, concordo, na verdade será mais interessante fazer isso de maneira mais objetiva e na parte final da aula.

4- CRÍTICA: lá na sala de saúde,como a conversa sempre é o ponto cuminante nas aulas,prejudicou bastante o ritmo e o conteúdo e pra completar o mal humor de Tiago, às vezes,piorava tudo (...)só precisa mudar um pouco sei jeito de agir,pois as vezes pessoas se magoam.
COMENTÁRIO: OK, vou me esforçar.

5- CRÍTICA: o colegio errou em colocar só duas aulas semanais de geografia,tendo a matéria mt assundo!
COMENTÁRIO: concordo.

6- CRÍTICA: o único ponto negativo que posso falar é a questão da prolixidade.. que é uma coisa muito boa sim, já que um assunto puxa o outro e que tudo está ligado em uma ordem cronológica dos fatos, mas como tínhamos apenas uma aula por semana, perdiamos por alguns momentos o fóco.
COMENTÁRIO: concordo, vou me esforçar no sentido de ter mais objetividade e menos metáforas e hipérboles, apesar de gostar muita delas.

7- CRÍTICA: So precisa trabalhar um pouco a simpatia neh? bora ver! as vezes tu é chato nadaaaa.... hsuahsashu
COMENTÁRIO: huashuas, mas é trabalho né, não a disneylandia! huashaushaus

8- CRÍTICA: Posso dizer que o senhor deveria colocar alunos para fora de sala,atrapalha muito o senhor e quem quer assistir a aula.
COMENTÁRIO: é verdade, será uma constante ano que vem, se nescessário. Acho que será.

9- CRÍTICA: eu acho que faltou firmeza na hora de controlar conversa, bagunça, essas coisas. principalmente essa onda de chegar atrasado, tu falou que ninguém ia mais poder entrar depois que tu entrasse e papapa e isso não aconteceu. aí o que rola, é que ficava entrando uma pá de gente depois que a aula já havia começado atrapalhando MUITO! acho que faltou um pouco de firmeza nesse aspecto só.
COMENTÁRIO: é verdade, você está certo.

10- CRÍTICA: quanto ao professor uma coisa eu senti falta, a falta de aprofundamento nos vestibulares de Pernambuco, o maior direcionamento ao que cai mais, etc...
COMENTÁRIO: cara, fiquei estudando as provas por algum tempo, mas se você sentiu falta, quer dizer que o estudo ou a comunicação sobre o assunto falhou, e ai, você fica com a razão.

sábado, 10 de novembro de 2007

LOGO NOVO!


Danilo, leitor do blog, baterista e desing gráfico criou esse logo para o blog!!
Além dos agradecimentos óbvios e esperados, todavia estimados e imprescindíveis, o corpo editorial do blog (em horas intermináveis de reunião) decidiu de maneira unânime que danilo será, se ele assim o quiser, membro executivo do blog! As pautas tencionam à cena musical em Recife mas isso é ele que decide!!!
Tudo isso depois do vestibular!!!!

obrigado Danilo!

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

imagens do blog

Esse videozinho esta carregado com quase todas as imagens que foram postadas no blog!
a música é infeste da nação zumbi!!!
eu gostei!
e voce?
Infeste
Nação Zumbi
Composição: Nação Zumbi

Eu venho de todas as partes
Por todas as vias
Trazendo as vontades de todas as crias
Eu sou
Uma couraça pros dias de fúria
Nervos de aço pra cada aventura
Corpo fechado até sua altura
Estou

Costas quentes
Dentes acesos
Olhos de espelho
Cabeça de leão
Lançando o perigo na ponta do enfeite
Estica o caminho quem manda no chão

Costas quentes
Dentes acesos
Olhos de espelho
Cabeça de leão
Livrando o perigo na ponta do enfeite
Estica o caminho quem manda no chão

Já que fui ontem
Estarei no amanhã
Brincando de outra pessoa
Invadindo outro mundo
Eu vou
Eu vou

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Mondo Grosso - Invisible Man (Live @ Paris, '95)

já falei do Mondo Grosso algumas vezes aqui no blog, inclusive deixando links na sexta feira! duvido que alguem tenha baixado, mas como sou insistente, e gostaria muito que você ao menos conheça essa banda de japoneses, franceses e ingleses que tocam acid jazz e house de maneira impar, deixo esse video ao vivo1 imagina em estúdio!
se você não gostar, é porque você está errado
hehehe

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

beastie boys para dar uma aliviada

excelente para quebrar o braço, os dentes, o espelhinho do carro, a vidraça, o shape e a cabeça!

por que ainda é segunda!

COLUNA DO ÁLVARO 2

Da foha de São Paulo de hoje,
Escuta aqui

Álvaro Pereira Júnior - cby2k@uol.com.br
O intenso Joe Strummer

PENSEI PRIMEIRO em "íntegro". Depois, em "honesto", "obsessivo", "incansável", até "maluco". Mas o que resume a história toda é "intenso". Falo de Joe Strummer (1952-2002), ou melhor, de seu perfil traçado pelo livro "Redemption Song -The Ballad of Joe Strummer", do jornalista inglês Chris Salewicz. Joe era um dos vocalistas e a face mais visível do Clash, a crucial banda punk londrina dos anos 70/80.
Em 600 páginas, Salewicz disseca a vida de Strummer. Da infância de classe média, em diversos pontos exóticos do planeta (nasceu na Turquia; era filho de um funcionário do corpo diplomático inglês), à adolescência num colégio interno (experiência traumática), à reinvenção na idade adulta, como porta-voz de uma geração.
O Strummer que emerge do livro é um ser de intensidade 100%. Compositor ultraprolífico, amigo fiel e grudento, conquistador compulsivo, bebedor inveterado... quase um chato.
O Strummer dessa biografia também é brutalmente humano. Sem rumo e arrependido depois de expulsar o parceiro Mick Jones do Clash (Jones era o gênio musical da banda). Inseguro, pós-Clash, depois de alguns anos no semi-anonimato. Incapaz de controlar o uso colossal de álcool, maconha e, a partir dos anos 90, de drogas sintéticas.
"The Ballad of Joe Strummer" tem um tom muito diferente do livro mais conhecido sobre o Clash, "Last Gang in Town", de Marcus Garvey, que traz um tom meio ridículo de denúncia. Joe não teve infância pobre! Mick Jones era obcecado com cabelo e roupas! O baixista Paul Simonon entrou na banda sem saber tocar só porque era bonito!
Já a biografia de Salewicicz demonstra muito mais maturidade na análise do rock como fenômeno, da criação de movimentos e da construção de mitos.
Não sei se existe lei contra recomendar um livro de 600 páginas, em inglês, num caderno destinado a adolescentes. É o que faço agora.

CD PLAYER

PAUSE: Hot Chip no Tim de SP
Acho a banda muito boa, mas não pertence a um lugar gigantesco.

EJECT: Spank Rock no Tim de SP
Um grupo negro, de percussão, com ginga e grooves de, sei lá, finlandeses.

EJECT: Björk no Tim de SP
Não consigo imaginar algo mais inapelavelmente chato do que Björk.

domingo, 4 de novembro de 2007

5-3-3


E eu nem ia falar nada, mas já falei!
Tudo nosso!
E é só o começo! Isso que o time é bem mediocre, imagina ano que vem!
aff

sábado, 3 de novembro de 2007

DogTown and Z-Boys original un-released trailer

Zboys é um filme sensacional! além da fotografia que é absolutamente insana, trabalha com maestria a idéia de reapropriação do espaço urbano!
Isso que é guerrar com o que há de melhor no mundo!
Bom sábado!

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

PRO ANO...

Novidades na UFPE, mas a essa altura vocês já sabem. Mas não vale usar a noticia como consolo para o ano que vêm!
São 1500 vagas novas no próximo vestibular, todas em novos cursos, porque não se pode viver só de Suape e sua maior indústria de garrafa PET do mundo em toda a história universal! Os empregos serão ótimos como estão atrasados, mas a produção de idéias é fundamental!
Entre os novos cursos, estão os de Cinema, dança contemporânea, gestão da informação, engenharia de alimentos, de energia e mais alguns....
Leia a noticia do sitio da própria UFPE aqui!