segunda-feira, 31 de março de 2008

O COMEÇO DE UMA ODISSÉIA

Para "abri os trabalhos", vai uma tira do Laerte


Thiago me fez o convite de estar por aqui possivelmente nas sextas e/ou sempre que eu puder.

Prometo não pecar de propósito e espero ser verdadeiramente útil em tudo que eu escolher pra vocês!

A tira, dedico ao COLEGA Tarso.
(Aí mano! fui promovida!!!!)

E lógico...à CHEFIA!

valeu!


domingo, 30 de março de 2008

SAMPLEANDO LUÍS NASSIF!

O excelente blog do LUIS NASSIF foi indicado pelo Tarso quando o primeiro desbancou a revista Veja de maneira clara e fundamental. Dessa vez, assim como das outras vezes, trás duas matérias pertinentes e relavantes para o bom desenpenho de parte significativa de nossas metas anuais.

A primeira matéria é essa, sobre a produção de biocombustíveis no Brasil e a nova concorrência americana. O Brasil domina a área e a produção (etanol), como diz a matéria, estamos anos na frente. E agora que a chapa esquenta, na medida que começa a concorrencia direta dos EUA. Vamos ver como ficamos.

A outra trata de uma pergunta feita constantemente em sala de aul, se o EURO pode Substituir o DÓLAR como moeda global!

Eu aposto que não (mas erro bastante), por que a gestão das moedas são bem diferentes. Uma delas tem pai, mãe, adiministrador e interesses que representam (EUA). A outra, a moeda européia é dirigida por muitas mãos (banco europeu, formado por representantes de diferentes países) e por muitos interesses, que são quase os mesmos, QUASE. Mas leia a matéria escrita por quem entende do assunto.

BANDEIRAS? (repostagem)

Caio, da sala de humanas do Contato- 07 me mandou esse email, que certamente foi um dos melhores do ano!!

o pessoal aqui da redação agradece muito, muito mesmo... valeu!



" O diplomata norueguês Charung Gollar, foi incumbido de apresentar, na ONU, mês passado, um gráfico mostrando os principais problemas que preocuparam o mundo no decorrer de 2005.. Apresentou uma série de oito gráficos, intitulada 'O Poder das Estrelas'... Foi aplaudido de pé! E seu trabalho foi indicado a concorrer para o prêmio Nobel em Marketing político... "

sabemos que ficou pequeno, mas click na imagem para ler as legandas!








CINEMA, ASPIRINAS E URUBUS 1

AMIGOS, SEGUE ABAIXO POSTAGENS COMPLETAS RELACIONANDO O FILME VISTO ONTEM COM O CONTEÚDO DE GEOGRAFIA.
os temas abaixo são: caracterização do clima semi árido no Brasil e no Mundo; caracterização da Caatinga; processo de desertificação no Brasil e no mundo; trasnposição do São Francisco, pós e contras.
Além disso, eu e professora Sandra gostaríamos de sua avaliação crítica sobre o desenvolvimento da aula, o que deu certo, o que não deu certo, o custo benefício e outros comentários que possa nos ajudar a fazer uma CINECONTATO cada vez melhor.
Se você ficar constrangido em criticar, assine seu comentário como anônimo!
Sandra e eu agradecemos vocês que tiveram forças suficientes para trocar um sábado a tarde por nossas aulas e principalmente pela curta e ótima palestra do João, produtor do filme!
OBRIGADO.
SÓ OS FORTES SOBREVIVEM!

CINEMA, ASPIRINAS E URUBUS 2 - SEMI-ÁRIDO


Índice pluviométrico médio abaixo de 200ml (no mundo).
750 milímetros anuais, em média no Brasil.
Em condições normais, chove mais de 1.000 milímetros.
200 ML nas secas.
A proximidade com o mar, banhado pela quente corrente do Brasil, leva umidade ao sertão.
Mas o planalto da Borborema bloqueia parte significativa dessa chuva, que não se distribui de maneira homogênea pela região.

CINEMA, ASPIRINAS E URUBUS 3 - SEMI-ÁRIDO

O Semi-Árido brasileiro é um dos maiores, mais populosos e também mais úmidos do mundo.
868 mil quilômetros, abrangendo o norte dos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo, os sertões da Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí e uma parte do sudeste do Maranhão.
18 milhões de pessoas, sendo 8 milhões na área rural.
Um dos maiores índices de evaporação do Brasil.
Reservatórios de água pouco profundos.

CINEMAS, ASPIRINAS E URUBUS 4 - SEMI-ÁRIDO


No planalto, os afloramentos rochosos mais expostos, sujeitos à ação dos ventos e outros fatores, podem experimentar temperaturas muito baixas.

As áreas de planície estão sujeitas a um período de seca muito mais longo e severo que as áreas planálticas mais elevadas

Quando chove, no início do ano, a paisagem muda muito rapidamente. As árvores cobrem-se de folhas e o solo fica forrado de pequenas plantas

O mês do período seco é agosto e a temperatura do solo chega a 60ºC

CINEMA, ASPIRINAS E URUBUS 5 - CAATINGA


É o único bioma exclusivamente brasileiro.
Ocupa cerca de 7% do território brasileiro.

Estende-se pelos mesmos estados que abrangem o Semi-Árido.

CINEMA, ASPIRINAS E URUBUS 6 - CAATINGA

As plantas da caatinga possuem adaptações ao clima

xeromorfismo (do grego xeros, seco, e morphos, forma, aspecto).

A perda das folhas é uma adaptação para reduzir a perda de água por transpiração

Raízes bem desenvolvidas aumentam a capacidade de obter água do solo.

CINEMA, ASPIRINAS E URUBUS 7 - CAATINGA

Verão chuvoso = vegetação verde.

Seca de inverno = vegetação decídua.

932 espécies registradas, sendo 380 endêmicas.

Três estratos: arbóreo (8 a 12 metros), arbustivo (2 a 5 metros) e o herbáceo (abaixo de 2 metros).

40 espécies de lagartos, 7 espécies de anfibenídeos (lagartos sem patas), 45 espécies de serpentes, 1 de crocodiliano e 44 anfíbios.

CINEMA, ASPIRINAS E URUBUS 8 - PLANICIES

Planície as rochas prevalecentes têm origem na era Cenozóica (do fim do período Terciário e início do período Quaternário)

Cobertas por uma camada de solo bastante profunda, com afloramentos rochosos ocasionais.

São solos argilosos porosos, mas compactados com eventuais afloramentos.

CINEMA, ASPIRINAS, E URUBUS 9 - CAATINGA - PLANALTOS

composta de arenito metamorfoseado de rochas sedimentares cristalinas.

Os solos são rasos e extremamente pobres em nutrientes e altamente ácidos.

Estes afloramentos rochosos e os solos pouco profundos formam as condições ideais para os cactos, e muitas espécies crescem nas pedras.

A precipitação no planalto normalmente excede os 800 mm anuais, com picos de até 1.200 mm em determinados locais.

CINEMA, ASPIRINAS E URUBUS 10 - DESERTIFICAÇÃO

Processo de destruição do potencial produtivo da terra nas regiões de clima árido, semi-árido e sub-úmido seco.

Uso inadequado do solo e da água, na mineração, na irrigação mal planejada e no desmatamento indiscriminado.

37% de toda a superfície do planeta.

Abriga mais de 1 bilhão de pessoas, ou seja, 1/6 da população mundial,

CINEMA, ASPIRINAS E URUBUS 11 - DESERTIFICAÇÃO

mais de 100 países, segundo a ONU.

Processo lento

América Latina, América do Norte, Ásia, Europa, África e Oceania.

¼ do território e cerca de 500 milhões de pessoas na América latina, segundo a UNCCD (Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação).

Os países mais atingidos são Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Cuba, Peru e México.

cinema, aspirinas e urubus 12 - DESERTIFICAÇÃO

O desmatamento = solos descobertos e expostos à erosão.

Resultado das atividades econômicas - agricultura de irrigação – pecuária - uso da madeira como fonte de energia.

O uso intensivo do solo = provoca erosão

A pecuária é desenvolvida sem considerar a capacidade de suporte da região.

A irrigação mal conduzida = salinização dos solos.

Assoreamento de cursos d'água e reservatórios é provocado pela erosão, que, por sua vez, é desencadeada pelo desmatamento e por atividades econômicas desenvolvidas sem cuidados.

CINEMA,ASPIRINAS E URUBUS 13 - DESERTIFICAÇÃO

O IPCC, da ONU, aponta para mudanças drásticas no comportamento do clima mundial.

A previsão é que áreas semi-áridas ficarão cada vez mais áridas.


Vigente no Brasil - 892.309,4 (km2)

Nova área - 982.563,3 (km2)

Acréscimo Nominal - 90.253 (km2)

Acréscimo Relativo - 9,08%

cinema, aspirinas e urubus 14 - DESERTIFICAÇÃO - BRASIL


A área é de 1.338.076 km², 15,72% do território nacional está ameaçada (inclui parte do cerrado).

Irauçuba, no Ceará, Gilbués (PI), Seridó (RN) e Cabrobó (PE), fazem parte do chamado núcleo de desertificação, onde o grau de desertificação encontra-se em estágio avançado.

CINEMAS, ASPIRINAS E URUBUS DESERTIFICAÇÃO 15 – BRASIL - Núcleo do Seridó (RN/PB)

Área afetada: 2.341 km2

Total de habitantes: 244 mil

Desmatamento da caatinga para extração de lenha e argila, uso intensivo dos recursos naturais e sobre pastoreio (superpopulação de animais numa área muito restrita).

Municípios de Currais Novos, Cruzeta, Equador, Carnaúba dos Dantas, Acaraí e Parelhas.

Solos rasos e pedregosos,

Com baixa capacidade de retenção de água.

Impossível o cultivo agrícola.

80 fábricas de cerâmicas que se espalham pela região e consomem a vegetação nativa.

CINEMA, ASPIRINAS E URUBUS 16 - DESERTIFICAÇÃO – BRASIL – Núcleo de Irauçuba (CE)

Área afetada: 4.000 km2

Total de habitantes: 34.250

Intensos desmatamentos, prática de queimadas e ocupação desordenada do solo.

Solos rasos e pedregosos.

Erosão laminar, em terrenos altos e inclinados, que aumenta o processo de degradação.

Monocultura do algodão, nas décadas de 50 e 60, contribuiu para o desgaste do solo.

Desmatamentos ocorridos nos anos 70, quando a madeira foi usada, indiscriminadamente, para a produção de energia.

CINEMA ASPIRINAS E URUBUS 17 - DESERTIFICAÇÃO – BRASIL - Núcleo de Cabrobó (PE)

Área afetada: 4.960 km2

Total de habitantes: 24 mil

Sobre pastoreio, desmatamento e salinização do solo.

Cabrobó foi o primeiro núcleo a ser identificado, na década de 70, pelo ecólogo Vasconcelos Sobrinho

Cabrobó, Belém do São Francisco e Floresta.

A erosão abriu grandes crateras na terra.


Grave o processo de salinização do solo, em conseqüência da implantação desastrosa de projetos de irrigação.


O município de Rodelas, no norte da Bahia, está se transformando num grande areal.

CINEMA, ASPIRINAS E URUBUS 18 - DESERTIFICAÇÃO – BRASIL - CHUVAS


CINEMA, ASIRINAS E URUBUS 19 -DESERTIFICAÇÃO – BRASIL - CHUVAS


CINEMAS, ASPIRINAS E URUBUS 20 -DESERTIFICAÇÃO – BRASIL – DÉFICIT HÍDRICO ANUAL


CINEMA ASPIRINAS E URUBUS 21 - TRANSPOSIÇÃO DO SÃO FRANCISCO


CINEMA, ASPIRINAS E URUBUS 22 - TRANSPOSIÇÃO DO SÃO FRANCISCO

antigo projeto do governo brasileiro.
Projeto visa transferir 3,5% do leito para dois eixos diferentes que abasteceram outros rios da região.
O eixo Norte fica perto de Cabrobó (PE), cruza Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará.
O eixo leste desvia água do reservatório de Itaparica (BA), cruza Pernambuco e intensifica a vazão do rio Paraíba.
6,5 bilhões de reais.

CINEMAS, ASIRINAS E URUBUS 23 - TRANSPOSIÇÃO DO SÃO FRANCISCO

POR QUE O ESTADO E PARTE DO SETOR AGRÍCOLA GOSTA DO "MODELO PETROLINENSE"?


fundação - população - idh - Pib per capto

1893 - 260 mil - 0,683 - 6509,00 - Petrolina


1803 - 202 mil - 0, 074 - 4798,00 - Juazeiro


Fruticultura para exportação Nas margens do rio.
Investimentos públicos para a irrigação
Poucas chuvas.
Investimentos em tecnologia por empresas privadas.
As terras ficaram cada vez mais valorizadas e atraentes
Agricultura familiar nas margens dessas cidades tem diminuído = êxodo rural.

CINEMA, ASPIRINAS E URUBUS 24 - TRANSPOSIÇÃO DO SÃO FRNACISCO PONTOS NEGATIVOS E POSITIVOS

POSITIVOS
O projeto propiciará que várias outras cidades do Semi-Árido sigam o modelo de desenvolvimento de Petrolina e Juazeiro.
Áreas de muito pouca chuva possam desfrutar de maiores recursos hídricos.
Transformará rios intermitentes em rios perenes.
Incrementará fruticultura para exportação.
Emprego e inserção da população no mercado de trabalho/consumo.
Exportações de frutas trazem dólares.

NEGATIVOS
Incentivo ao êxodo rural.
Agricultura familiar será menor.
Alto custo para implementação.
Existem vários projetos alternativos mais baratos e que não incentivam o êxodo rural.
Fruticultura irrigada pode acelerar problemas ambientais.
Possíveis problemas ambientais, como assoreamento do rio e diminuição de peixes.
Fertilizantes usadas na agricultura podem poluir lençóis freáticos.

CINEMA, ASPIRINAS E URUBUS 25 - SOBREPOSIÇÕES

COMPARE AS ÁREAS RECEPTORAS DE ÁGUAS TRANSPOSTAS COM OS NÚCLEOS DE DESERTIFICAÇÃO.


sexta-feira, 28 de março de 2008

O poder da mídia 1

Inicia-se aqui uma série de posts sem periodicidade garantida sobre o poder da influência da mídia (TV e Cinema especialmente) em nossas vidas.


Muito se diz e se sente sobre isso, mas até agora, ninguém o fez tão genialmente quanto Orson Welles.
O homem fez história quando provocou pânico coletivo e nacional na Terra do Medo (os EUA) ao transmitir, em 1939, programa que simulava uma invasão dos Estados Unidos por marcianos. A primeira entrada da reportagem no ar relatou acontecimentos imprecisos que, nos flashes seguintes, foram se tornando cada vez mais claros e ameaçadores; eram entrevistados populares, autoridades, especialistas etc., compondo um quadro cada vez mais assustador. Baseado no livro A Guerra dos Mundos, de H. G. Wells, o show radiofônico criou habilmente a ilusão de veracidade, levando os ouvintes à histeria coletiva. Qualquer semelhança com o ridículo pânico provocado pelo PCC em 2006 em SP não é mera coincidência. Sobre o causo aqui e aqui, e aqui para a imperdível crítica a reação popular (principalmente da classe média) feita por Demétrio Magnoli.
Não satisfeito o cara fez simplesmente Cidadão Kane (às locadoras, amigos, às locadoras!)




Aos olhos de hoje, o filme pode parecer nada demais. Mas quase tudo ali (da narrativa a imagens de baixo para cima, e longas tomadas sem cortes) foi revolucionário. Se hoje, você vê e gosta de Kubrick, De Palma, Copolla e até Spielberg, é porque Welles veio antes. (E se você não gosta ou não sabe do que eu estou falando, pare de alugar comédias adolescentes, filmes de ação, ou qualquer coisa do tipo, e comece a ver Cinema com C maiúsculo!)

Bem resumidamente falando, o filme conta a história de um magnata da mídia que se torna muito poderoso e influente. Cinquenta anos depois, a BBC de Londres, produziu um documentário sobre a Globo chamado Muito além do Cidadão Kane, do qual falaremos e linkaremos nos próximos posts. Aguardem.

NO DIA 29!


A única diferença entre o cartaz e a informação por aqui, é que Sandra e seus contatos, moveram alguns pauzinhos e podemos dizer que os produtores do filme virão ao Contato para debater o filme e conversar conosco sobre carreira, cursos e afins do cinema!

quinta-feira, 27 de março de 2008

NA LUA

MAIS UM DO STRANGEMAPS!
Esse mapa contém o percurso realizado por Neil Armstrong e "Buzz" Aldrin, o companheiro esquecido que ninguém fala. O campo de futebol só esta no mapa para termos alguma base comparativa.

Além de você ler a legenda aqui embaixo, de desfrutar desse desenho esquisito, histórico e curioso, pode também saber porque o Buzz Lightyear tinha esse nome, homenagem póstuma ao Buzz esquecido amigo do neil Aldrin.

Ê BUSH, LIGA NÓIS TRUTA!

Lula no México:

“Eu pessoalmente falei duas vezes com o presidente Bush. Eu sei que ele ficou chateado porque eu tinha falado com o Gordon Brown. Eu liguei para ele e falei: “Ô Bush, o problema é o seguinte, meu filho: 'nós ficamos 26 anos sem crescer. Agora que a gente está crescendo, vocês vem atrapalhar, pô? Resolve a tua crise!'”.

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haushaushaushaus

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haushhaushaus

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hehehehehe

A VOLTA DOS EUA

Vocês já leram ou ouviram sobre a crise imobiliária nos EUA, certo?
Pois então, isso acarretou em uma desaceleração na construção civil e em todo o setor de serviços relacionados a isso (lojas de tintas, carpetes e etc...).
Em decorrência, vários imigrantes, inclusive brasileiros, perderam seus empregos nesses setores.

Vários voltaram para suas casas.

O site de notícias da Globo fez uma interessante reportagem sobre a volta de imigrantes brasileiros em Governador Valadares – MG (conhecida pelo enorme número de emigrantes que vão para os EUA).

Enquanto lia partes, fique meio depressivo, lendo o mundo cão!

De qualquer maneira, o tema é ótimo para o vestibular, se eu fosse fazer a prova, ficaria atento com o tema e as conseqüências.

LEIA A REPOPRTAGEM AQUI!

A origem do logo dos jogos olímpicos de Pequim

Sampleado do blog do Juca Kfouri(Não vou linkar, se quiser um blog de esportes vá no Victor Birner).
Ele concede os créditos a Vicent Chow.










quarta-feira, 26 de março de 2008

Chalk Art e o Pavement Picasso

Chalk art, ou arte com giz, é a especialidade do inglês Julian Beever. Também conhecido como Pavement Picasso, ele usa os elementos do chalk art com uma técnica de projeção conhecida como anamorfose nas calçadas e ruas ao redor do mundo há mais dez anos. E só nos últimos dois é que realmente começou a ser reconhecido por seu trabalho.



O trabalho de Julian Beever é pura matemática. Os desenhos são minunciosamente projetados, milimetricamente executados. Em média, o Pavemente Picasso leva cerca de três dias pra concluir seus trabalhos.








A anamorfose cria uma ilusão de óptica 3D quando a imagem é vista de determinado ângulo.
Se vista do ângulo errado, a imagem parece distorcida e perde totalmente seu sentido. O globo terrestre, para dar tamanho efeito real, possui 13 metros de comprimento.

No ângulo certo...
...e o mesmo desenho visto no ângulo errado.

As palavras chaves do Pavemente Picasso, Julian Beever, são profundidade, volume e perspectiva.


Mas Julian não é a única estrela das calçadas com o chalk art e anamorfoses. Outros nomes, como Kurt Wenner, também brilham e dão vida às calçadas e ruas da Inglaterra, França, Bélgica, Austrália e até do Brasil.